E, pensando bem, o que esperar? Talvez as formas não sejam assim tão reais como achamos e, se o sujeito de tudo é a ação, de que me vale pensar em coisas, antes de qualquer coisa? Felizmente há o verbo que, com ele sinaliza o sujeito, dono da ação e outras formas; sinto que realmente não há o que esperar.
Estava a pensar em que sentido se faz tudo o que tem acontecido; onde está tudo que ficou para trás? Hoje eu vi um pouco do passado, escapando das minhas lembranças. Desesperadamente, ainda tentei sentir alguma paixão, mas apenas ficou em meu peito o gosto estranho daquilo que já foi um dia! Me deu vontade de rir, da memória, da saudade.
Onde eu já senti que o futuro é meu passado em frente? Consequência inevitável. Foi pensando no que esperar e nas lembranças do passado, foi sim!
Espero que finde aqui, nessas letras, nessas linhas - o passado, as lembranças, o sujeito, a ação, o que senti, e o que não lembro mais...
Escrito por Pan às 20h03
[]
[envie esta mensagem]
[link]

|